
Rádio Grilo
Na Rádio Grilo, somos todos apaixonados pelo mundo outdoor. Aqui trazemos histórias autênticas de atletas, viajantes, fotógrafos e filmmakers que compartilham diferentes perspectivas sobre essa paixão. Apresentado por João Agapito.
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12. Wikiloucos (Tatá & Lua): Você não precisa largar tudo pra se aventurar
O Wikiloucos é um canal dedicado a inspirar e capacitar pessoas a se aventurarem no mundo da escalada, trilhas e viagens.
Nessa conversa com Lua e Tata, criadores do canal, abordamos diversos assuntos, incluindo os desafios de equilibrar carreiras corporativas com a criação de conteúdo, fazendo jus ao lema "você não precisa largar tudo para se aventurar". Também discutimos como eles construíram uma comunidade forte e engajada e, em pouco tempo, conquistaram parcerias com grandes marcas do cenário outdoor, como Fjällräven e Alta Montanha.
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Joao Agapito (00:00)
Fala galera, sejam muito bem vindos a Rádio Grilo, seu podcast do Mundo Outdoor. E no episódio de hoje eu vou bater papo com a Lua e o Tatá, criadores do Wiki Locos, canal dedicado a inspirar e capacitar pessoas a se aventurarem no mundo da escalada, trilhas e viagens. Então nessa conversa falamos sobre vários assuntos, como os desafios de equilibrar as carreiras corporativas.
com a criação de conteúdo, fazendo jus a dos lemas deles que é você não precisa largar tudo para se aventurar, também falamos sobre como eles criaram uma comunidade forte e engajada e como relativamente pouco tempo eles conseguiram parcerias com marcas grandes da Senna Outdoor como a Fjalhaven e a Alta Montanha. Eu gostei muito desse episódio e espero que vocês gostem também. Bora lá?
Pessoal, vocês querem contar pra gente como que surgiu a ideia de criar o canal Wikilocos? Porque o nome por si só já é curioso, né? Tem alguma história por trás disso?
Lua (01:30)
O que você já pensou sobre o nome? O que veio na sua cabeça quando você ouviu?
Joao Agapito (01:34)
Olha,
pra ser sincero, eu assisti o vídeo de vocês, sobre tipo a criação do canal, etc, mas até onde eu pude perceber vocês não comentaram sobre o nome. Então tem que ser palpite, né, 100 % da minha mente. Wikilocos, o Wiki, a primeira coisa que vem na minha mente é o Wikipedia, vocês me desculpam.
Lua (01:50)
Tá no caminho, é isso! Aí tem duas jogadas nesse nome. Tem a jogada do da Wikipedia, então ser uma enciclopédia de Loucuras. E tem também a jogada com nome do Wikiloc, que é o aplicativo de trilhas. Então são pessoas tão malucas que estão ali fazendo várias coisas.
Tata (02:09)
E se você notar os primeiros vídeos do canal, antes de ir para uma pegada talvez mais vlog, tem uma linha muito biblioteca, que era basicamente empacotar o conhecimento adquirido. Como é que eu chego lá, o que eu levo, quanto tempo eu vou passar, qual que é a trilha. A tentava agrupar isso para a galera e jogar no vídeo. Então era para ser uma Wikipedia.
Joao Agapito (02:29)
Não, o que é isso? Mas vocês fizeram uma consultoria de Nain e de Branding porque ficou sensacional.
Lua (02:35)
Eu acho que a tava tipo num carro, voltando ou indo de viagem pra algum lugar.
Tata (02:40)
Provavelmente Curitiba, São Paulo.
Joao Agapito (02:42)
Mas já mandaram o boleto da publi pro Wikiloc, ou ainda não?
Lua (02:46)
Não, não. Inclusive quando você entra no Iquiloc a gente descobriu que tem grupo de galera que faz bike, mountain bike, que eles são os Iquilocos. É, foi ó, o Iquilocos.
Joao Agapito (02:58)
Entendi, legal. E aí, então, falando pouco mais sobre o casal, vocês começaram a escalar juntos 2021, certo? Então, como que surgiu essa paixão pelo montaísmo? Foi algo que uniu vocês desde o início do relacionamento?
Tata (03:11)
Começou pela Instagram, Tudo, assim, começou esse papo de escalada, E até essa pré fase do canal. Foi... A gente trabalhou junto por tempo numa empresa e a gente se conhecia, mas assim, naquele momento vidas separadas, né? E aí, durante a pandemia, dia eu vi a Lu escalando, né? No stories dela. Aí eu falei, vou mandar a mensagem, né? Vamos escalar junto aí, Vamos marcar
uma escaladinha e aí deu certo, né? Então dali a gente começou a escalar bastante junto e estamos aqui junto até hoje. Mas foi pelo Instagram que começou o papo.
Joao Agapito (03:51)
Eu
lembro de assistir algum vídeo de vocês e a Lua comentou que essa paixão por outdoors começou meio que por influência do tio, que parece mexer com o Rali, certo Lua?
Lua (04:03)
Isso, o meu padrinho. Meu padrinho é cara que eu admiro muito. E ele sempre me contou muitas histórias das aventuras dele. E o principal esporte, a prática radical que ele tem, é no rali. E eu falei, poxa, eu quero tanto ter as minhas histórias de aventura. Só que eu sou a... Da época, né, quando eu era menor, eu sou a prima mais nova, a filha única. Então eu que estava sempre de vestido arrumado, de lacinho no cabelo. E sempre foi bem distante, assim, pra mim. O que eu vivia de aventura era, de fato, perto dele.
Então, essa sementinha foi plantada por ele, com certeza. Eu sempre falo isso pra ele. E ele é dos grandes fãs do Iquiloco e das nossas aventuras.
Joao Agapito (04:43)
Que legal, quer dizer que essa prática de escalada e de atividade de aventura, ela de fato se intensificou mais quando vocês se uniram, viraram casal.
Lua (04:55)
Eu sou de Curitiba, não sou originalmente de São Paulo, mas eu morava lá e estava lá durante a pandemia. E teve momento da pandemia que a gente podia ir para as academias com horário marcado, tinha poucas pessoas que podiam ir ao mesmo tempo. E eu estava ficando assim, eu precisava fazer alguma coisa, porque eu sempre pratiquei bastante esporte. E eu morava perto da casa de pedra, de perdizes, lá São Paulo.
E aí eu vi lá aqui no aplicativo de empeze, lá no aplicativo, e nossa, eu vou fazer isso aqui, vou lá ver, eu preciso mexer meu corpo. E foi assim que começou. Então eu tinha total de zero referências de escalada, zero. Mas sabia que era esporte radical de montanha e tal. Então foi assim que eu comecei a prática. Não tinha nenhuma pessoa volta assim, ajudando.
Joao Agapito (05:42)
Legal, aí pessoal lema do canal de vocês é o você não precisa largar tudo para se aventurar que a proposta eu acho incrível, como vocês estão conciliam a carreira profissional de vocês com essa rotina de viagem, escalada e criação de conteúdo que toma muito tempo?
Tata (05:59)
costumo dizer assim, pela nossa idade, a gente ainda se consideram relativamente novos. A gente está naquela época da vida de trabalhar e fazer dinheiro, Então a gente tem essa prioridade profissional de trabalhar bastante e acho que essa rotina é muito estressante, ela muito exigente. gente trabalha com o mercado digital, né? Então o mercado digital, eu sempre falo com o Lu, assim, é complicado porque tem tanta reunião e é tão fácil marcar reunião que é tudo digital.
não tem locomoção, tem escritório, que acaba sendo aquela jornada bem exaustiva, assim, de muita agenda, muita coisa acontecendo no mesmo dia, você tem meio que se dividir, Então, acaba gerando esse estresse, então essa busca de vamos viajar, vamos curtir, vamos curtir esse universo Altidore aí, é também como uma válvula de escape, assim, pra relaxar e também se reconectar com natureza, enfim, a gente até fala pouco disso na nossa introdução lá. Acho que foi aí a...
motivador de começar a pesquisar, começar a entender pouco mais sobre o universo, que acontece. Acho que vale adicionar também. Na minha família não tem ninguém com histórico de aventuras, altidórios, escalado. Tem escalador só que sou eu. Então eu não tenho uma base, uma referência. Então meio que junto com o Alu foi divertido buscar, encontrar. Saber onde que essas pessoas estão vivendo, o que elas estão fazendo, qual que o esporte que hoje está mais alta. E aí a escalada acabou entrando.
e a gente começou a praticar. Posso dizer também que foi o primeiro esporte da minha vida que eu tive... é disciplina para seguir, sabe? Já fiz bastante coisa, mas nada mais durador do que três meses, sabe? Era, faz porte ali e acabou. Então acho que a escalada ocupou esse lugar de continuar, O desenvolvimento, o crescimento. Então foi pouco disso, assim. Essa rotina profissional com bastante pressão, com bastante exigência de resultados, acaba te estressando e aí para a gente...
Também não ficar maluco, né? A gente começou a buscar coisas fora da cidade, dos centros,
Joao Agapito (08:01)
Entendi que bacana e bom assim então pra deixar eu fazer parte do clubinho então também se uma pessoa que não tem nenhuma referência outdoors na família e da mesma forma como vocês me consideram na fase de vida que eu não consigo não é que eu não consigo não deveria simplesmente largar tudo para viver esse sonho que eu tenho então acho muito bacana essa mensagem que vocês trazem tipo bom viva sua aventura faça o que você de fato ame
Mas calma, você está numa fase importante da sua vida, ainda precisa pagar suas contas. É uma mensagem importante que eu me identifico muito.
Lua (08:35)
A
internet é bem tentadora, E tem muita gente vivendo aventuras incríveis, assim. Então, também essa foi uma forma de gente criar a nossa narrativa, uma narrativa que a gente se identificava, sabe? E que várias outras pessoas também se identificam. Porque senão a gente começou a almejar coisas muito distantes que a gente não tava se sentindo confortável ainda de fazer e traduzindo isso pra galera que também tá na mesma que a gente, assim. Então foi uma forma de gente escrever uma narrativa nossa.
de como a gente pode viver aventuras também, mas sem precisar largar tudo. E é incrível, Às vezes a gente fala, tipo, vamos, vamos? Tipo, não, calma.
Tata (09:13)
Tá naquela canceira,
Joao Agapito (09:16)
Vamos largar tudo, né?
Tata (09:18)
É agora, é agora, não, não. Não calma.
Joao Agapito (09:20)
Acho que
tranquilo
Tata (09:26)
E...
Joao Agapito (09:28)
ele é capicioso. aí pessoal, assim, além de respirar, canal de vocês busca também capacitar as pessoas. Então como vocês enxergam o papel do Wikilocos com a democratização do montanhismo para os não profissionais?
Tata (09:40)
Como eu comentei, nosso início de YouTube ainda quando a gente não tinha pesquisado muito sobre como funciona a plataforma, o que as pessoas estão fazendo, a gente foi numa linha que ainda existe e funciona, que é essa linha de vídeo-biblioteca que a gente chama, que é quando você documenta uma informação num vídeo para deixar as pessoas usarem daquilo de uma forma mais fácil. Então começa uma história por aí, e aí a gente foi abrindo alguns bracinhos, então por exemplo, tem blog nosso que a gente criou site, nesse blog...
geralmente, né, e 100 % dos postos é da Lua, mas ela tenta também, por texto, transmitir o que está passando ali no vídeo, acho que é mais uma forma, mais novo canal de atingir as pessoas. Mas a gente começou nessa linha de tentar agrupar a informação, porque foi assim com a gente, né, a sentiu dificuldade de entrar no meio da escalada. Vou te dar exemplo, corriqueiro, acontece é, qual tipo de mosquetão eu tenho que comprar para escalar? Aí você, tá, vou comprar mosquetão. Aí você olha na loja lá,
8 tipos de mosquetão e não tem explicação de pra que que serve cada sigla dessa e porque que eu deveria ter dois desses e daquele então começam as dificuldades ali do equipamento né cadeirinha, cadeirinha tem monte pra que que serve tipos de corda aí até uma hora que a gente comprou o livrinho do escale melhor com mais segurança a gente leu o livrinho, pô agora tô entendendo pouco mais do que qual equipamento eu vou precisar e como é que faz aí a gente chegou num curso de escalada pra iniciante, sei então
Toda a jornada foi muito de correr atrás, achar... Teve esse trabalho. Só que mesmo tempo que gente tinha o trabalho de pesquisar e encontrar, a ia guardando, A ia guardando e colocando nos vídeos, colocando nos vídeos. Então, trabalho importante quando você fala de democratizar, Acho que esse é o trabalho que a gente vai fazer. Fora os prilas, né? Que a galera manda mensagem pra gente no Direct, a gente faz questão de responder todo mundo sempre.
E a galera vem assim com todas as dúvidas que você imaginar. Vou fazer uma outra montanha, o que eu levo? Vou escalar, o que eu levo? Claro que a gente não sabe tudo, mas na medida do possível do que a gente já experienciou na vida, a gente tenta dividir com a galera, dar umas dicas ali também para não gastar muito dinheiro. Então eu acho que esse é pouco do trabalho que a gente faz de democratizar e deixar mais acessível esse conhecimento relacionado à escalada, as práticas de montainhismo que a gente já se envolveu. Então...
A gente pega muito no pé da galera assim quando vem pedir uma ajuda pra usar o seu capacete, não conhece o lugar? Procura guia primeiro, vai lá com o guia, conhece a rota. Depois você estiver mais familiarizado, mais acostumado ao cenário tentar sozinho, né? Mas a gente tenta sempre levar essa mensagem de segurança, porque acho que o que eu posso dizer é que a galera é muito maluca, né? Por aí. Então a gente tenta ao menos dar informação, deixar acessível.
pessoal se cuidar melhor e curtir com segurança todos que tem no Brasil pra gente aproveitar de optidol.
Joao Agapito (12:36)
Que bacana que vocês já estão se tornando essa referência e eu acho importante o sentido de conscientizar as pessoas com relação à segurança porque vocês acabam que indiretamente também tem essa responsabilidade. Vocês não estão dando dicas de, sei lá, culinária. Vocês estão dando dicas de coisas que se uma pessoa fizer errado ela pode eventualmente morrer. assim, eu acho muito importante isso e eu acho bacana a questão da democratização ser feita de uma forma grátis porque tem muita gente também que
democratiza o conteúdo fazendo curso online. Enfim, da forma como vocês têm disponibilizado até então, é 100 % gratuito, até onde eu sei. Então, acho isso fantástico. Parabéns pela iniciativa. E aí, então, pessoal, eu imagino que trabalhar juntos como casal deve ser bastante desafiador. como que a dinâmica de vocês contribui para a criação de conteúdo? Já teve algum momento que alguma discordância entre vocês gerou insight interessante?
Lua (13:34)
rola muita treta, muita, assim, a gente tem perfis de criação diferente várias vezes, então, momento cede, outro momento outro faz, mas basicamente tudo que é tech, a parte geek da nossa criação de conteúdo é dotável, então é ele que compra o equipamento de áudio, ele que vê a câmera, ele que pesa na lente, que faz toda essa parte tech, e eu acabo indo pra transformar isso conteúdo.
A gente tem duas plataformas principais, né, o YouTube e o Instagram. E o YouTube dá muito trabalho. Então no YouTube é onde a gente se divide mais. O Instagram eu acabo dando mais conta, assim, que eu acho... Eu gosto da dinâmica do Instagram, então eu mexo mais no Instagram. O Otávio, ele é requerido sob demanda pra fazer vídeos e coisas. Mas aí eu passo pra ele. E no YouTube a gente se divide bastante, assim. Então o Otávio normalmente assiste toda a gravação que a gente fez do rolê.
Tira tudo que é sujeira, eu monto a história, E depois ele volta pra arrumar o áudio, pra fazer toda a organização de efeito. Assim, o detalhe do detalhe aqui. Mas às vezes eu também tô de saco cheio, tô numa semana mais estressada de trabalho. E aí tem vários vídeos que ele editou sozinho. Tem vários vídeos que eu já editei sozinha. E assim a gente vai combinando. Mas rola... A energia às vezes é alta, né, o Azul?
Joao Agapito (15:02)
Mas que bom que tem discordância, se vocês concordassem 100%, meio que não teria uma adição de valor.
Tata (15:10)
super! Vou dar aquela opinião modesta, Mas se você analisar do primeiro vídeo pro último vídeo, a gente melhorou muito qualidade e audiovisual. E eu acho que isso é proveniente das discussões. Isso é aquela irritação constante de não tá legal, dá pra fazer melhor, vamos pegar mais referência, vamos ver o que estão fazendo por aí. Porque a minha análise, gente vem de uma linha de vídeo selfie, então eu pego o celular, fico olhando pra câmera, fico falando com a câmera o tempo inteiro.
E agora a gente já está trabalhando mais enquadramento, já tem o drone trabalhando ali, né, a nosso favor. O drone também fica fantástico, né, a hora que entra o droninho. Dá uma valorizada boa no vídeo. Então, acho que essas são as discussões que geram os insights que vem melhorando, né, roteiro, nosso audiovisual, as edições. Então, eu acho que daí que sai esse choque de ideias aí vai para esse lado. Vem melhorando, eu acho.
Joao Agapito (16:05)
Com certeza, meu filho de opinião aqui de espectador eu posso dizer que melhorou bastante sim, parabéns. E aí pessoal, então falando pouco mais aqui sobre montanhismo, vocês já fizeram várias viagens, já fizeram algumas montanhas, incluindo o Hainaputusi na Bolívia, que é uma montanha acima de 6 mil metros, também já foram para o Pico da Bandeira, já foram para El Chaten, Tatin, enfim, vários. Dentre todos esses, qual foi o mais especial para vocês?
Tata (16:33)
Para
mim, o mais especial é aqui na nossa terra, é o Parque Itatiaia. O parque si só acho extremamente cinematográfico. E eu me sinto muito bem lá. Eu acho que a conexão com a natureza lá é diferente num nível de que eu ainda não vivi outros lugares. Inclusive, a gente pode falar de Oxalte, da Bolívia, das Grandes Montanhas. Não mexem comigo como Itatiaia mexe. Acho mágico aquele lugar. Para mim, colocaria Itatiaia primeiro lugar.
Lua (17:02)
E pra mim, acho que a viagem que mais me marcou foi a de Itatim. Eu Eu deslumbrava muito aquele lugar de ser o viajante mochileiro, das pessoas que viajam com seus equipamentos, né? A gente via bastante assim, pessoal indo viajar com prancha de surf. Você vê, que é aventureiro. E a viagem de Itatim me marcou muito, porque eu fui essa pessoa, a gente tava carregado de equipamento, indo pra Itatim. E eu nunca imaginei que eu ia pra Baísca lá.
O que eu conhecia da Bahia era praia. Tipo, eu não tinha ideia do quão maravilhoso era a quantidade de coisas que a gente tem pra fazer nesse país. E eu achei assim, o visual de Tatim pra mim foi algo muito novo, assim. Me marcou bastante essa viagem, eu gostei muito. E é dos vídeos que eu mais gosto do nosso canal também.
Joao Agapito (17:46)
Que bacana que as duas referências de vocês são no Brasil mesmo tendo ido para vários picos incríveis outros países.
Tata (17:54)
É,
e nessa viagem de Itatim, inclusive João, a gente conheceu rapaz que é do Escalar da Ceará. E aí ele abriu o mundo pra gente. Ele mostrou no celular monte de lugar que ele escala. E cara, são lugares incríveis e que eu tô morrendo de vontade de começar a viajar pra poder escalar e organizar essas viagens porque assim, às vezes a gente não valoriza o que tem no nosso país.
Fica com a cabeça muito lá fora, já quero escalar nos lugares mais famosos. Sei lá, vamos para Itália, vamos para Espanha, vamos para Xaltém, vale encantado. Mas tem muita coisa boa aqui, tem muita coisa bonita. Enfim, eu sou suspeito a dizer, como eu falei, eu e a Luís tem uma paixão pelo Brasil, tanto Itatéia quanto Tatinha que mexeu muito com a gente. Então eu não vejo a hora de começar a desbravar mais o norte, nordeste do Brasil e procurar essas escaladas, o que a galera está fazendo por lá.
Joao Agapito (18:50)
É cara, tem muita coisa e assim, bom, a minha namorada é alemã, a gente tava viajando no Brasil agora e eu comecei a falar pra ela sobre as coisas que tem na Bahia, né? Não, porque na Bahia tem montanha, na Bahia tem as praias mais bonitas. Eu sou muito fã da Bahia, Bahia tem a melhor comida, não a melhor, mas uma das melhores comidas e tal, a gente come assim, Bahia. Aí eu fui ver, gente, só a chapada de amantina é do mesmo tamanho da Suíça. Então assim, é muito grande, né gente? É muita, uma diversidade assim incrível, até de biomas mesmo, né? Tem tipo vários biomas dentro da Bahia.
É país dentro de país, né?
Tata (19:22)
É lindo. A gente tem que viver bastante dessas experiências aqui.
Joao Agapito (19:27)
Sim, temos que aproveitar e prestigiar, inclusive também para fomentar mais a economia local. Mas então, pessoal, vocês acabam de conquistar apoio de marcas relevantes como a Fijal Heaven, é assim que pronuncia?
Lua (19:43)
É... Aqui no Brasil, de falar fial haven. Fial haven. Mas isso é, Kloé, mas...
Joao Agapito (19:49)
Eu ia até perguntar assim, pra você fechar uma parceria com uma marca dessa, que o primeiro teste, saiba pronunciar a marca propriamente, porque é muito difícil,
Lua (19:58)
Eu
fiz essa pesquisa, nos primeiros eventos que a gente foi da marca, eu fiz Otávio Treinar casa também, existe a forma brasileirada de falar, então daí tá tudo certo.
Tata (20:11)
No Brasil é fiel rave.
Joao Agapito (20:14)
Fialhaven. Fialhaven. Boa. Beleza. Então assim, no final das coisas que eu queria perguntar é que vocês conquistaram parcerias com marcas relevantes como a Fialhaven e a loja alta montanha tempo relativamente baixo, assim, pouco tempo. eu acho isso muito relevante. Então vocês queriam contar pra gente como que essas parcerias surgiram?
Lua (20:35)
Ó,
João, tem tanto de estratégia, mas tem tanto muito grande de cara de pau.
Tata (20:41)
Tem o fator no ano aí.
Lua (20:43)
Com a Alta Montanha, eu fui indo pelas bordas. A primeira parceria que a gente fez com eles foi do Refúgio, o pub que eles têm do lado da loja. Eu entrei no Instagram deles do Refúgio, não tinha nenhum tipo de conteúdo vinculado ou feito com algum influenciador. Eu falei, nossa, vamos no teste, vou ali? Comecei, então, indo por outro espaço da marca Alta Montanha. E essa foi a nossa primeira parceria.
é sempre baseado na relação, assim, eu diria que a relação é muito importante para essas parcerias acontecerem. E o mesmo aconteceu com a Phil Havin. Eu tinha uma bolsinha amarela, pequenininha, e a gente fez muito conteúdo com ela, e dia eles convidaram a gente para ir num evento na loja de São Paulo, e isso foi muito legal, São Paulo proporciona coisas muito legais, assim, para influenciadores. Então, eles convidaram de dia para o a gente já conseguia ir, e nesse evento eles fizeram três sorteios.
e eu e Otávio a ganhou dois. Então aí, a partir disso, eu tinha uma bolsinha, a gente ganhou uma pochete e moletom. E a gente fez muito conteúdo com isso e foi tentando criar essa relação com eles.
Joao Agapito (21:49)
Seguidor já estava até perguntando, pessoal, vocês não vão lavar roupa não, né? Sempre com o mesmo boletom.
Lua (21:54)
E te digo mais, o primeiro cupom que a gente conseguiu com eles, eu printei uma conversa de seguidor me pedindo cupom. E mandei uma mensagem. E foi criando essa relação e assim saiu. O legal também é que são marcas que... Por exemplo, a Phil Havin, né, ela tem influenciadores de muitos tamanhos. E uma preocupação não só com a quantidade de seguidores que você tem, sabe? Então é relacionado com o que você tá fazendo na montanha, que tipo de mensagem você tá passando.
o que abre oportunidade para vários tamanhos diferentes de influenciadores poderem trabalhar com outras marcas. Então foi isso. pouquinho de estratégia e tanto de fator Luana como de seu Otávio.
Tata (22:34)
A
TOR LUANA, de muita mensagem, foi uma construção mais de relacionamento do que de fato contrato. Chegar a sentar e oferecer pacote, a gente faz isso, veja se interessa. Foi na conversa que foram nascendo as ideias. Acho que isso foi ponto legal também porque a gente está trabalhando há tanto tempo com as duas marcas, acho que essa liberdade tanto criativa, mas também de ter a relação, de conversando, acertando os conteúdos. Não é uma coisa muito, duas vezes por semana, isso.
não tem uma coisa muito bem definida, mas pelo que a gente tá vivendo, as viagens que a gente tem, então a gente vai incluindo ali faz parte da história, Então acho que também por isso são marcas legais, assim, por essa...
Joao Agapito (23:16)
Mas dentro do planejamento, do que vocês imaginavam para futuro do canal, estava como uma coisa se alcançar no sentido de, não, acho que a gente quer daqui a x meses ter uma parceria com uma marca relevante. Então, no final das contas, que isso representa para o IKLO?
Tata (23:35)
Eu acho que tem duas formas de dividir, pelo menos do meu pensamento. Vamos ver como a Lu imagina isso. Mas tem lado meu, que é... Eu tenho o hobby da fotografia há muitos anos da minha vida. Então, ter a parceria é motivador muito legal para eu ficar estudando, encontrando formas novas e ter essa vontade de entregar fotografias melhores, vídeos mais legais. Para mim é muito bacana buscar a parceria, porque sem a parceria, quando você faz só para você,
Às vezes você deixa pra depois, fala, hoje não tô afim, vou fazer depois. E acaba que às vezes você faz menos do que poderia fazer nessa situação. Eu sou uma pessoa que gosta de site a farmer e ter esses compromissos. outro ponto que pra mim é importante, como a gente comentou, né? A gente não vive do Iquiloux, não é o, vamos largar e ver o Iquiloux, nem rentabiliza pra sustentar nossa... Não vivem do Iquiloux. Ainda. Quem sabe dia, né, engrena aí, aí muda tudo e...
Joao Agapito (24:28)
ainda
Tata (24:34)
super abertos essa realidade ainda ia ser maravilhosa, mas hoje ele não rentabiliza o suficiente para gente poder largar os empregos. Então por essa característica o que a gente também pensa de forma mais financeira relação a marcas é como que a gente pode talvez abaixar pouco o custo que é fazer as viagens, ir para a montanha. Então não que seja financeiro assim, mas por exemplo ganhar uma jaqueta já é muito ótimo, porque você já não tem que comprar uma jaqueta, ganhar uma camiseta
Já vou escalar, já tenho a camiseta certa que a marca me forneceu, então já não vou ter que comprar isso. Então, certa forma, reduz bastante o custo. Então, eu acho que eu tenho essas duas formas de enxergar, né? me motiva muito no lado criativo e o outro ameniza o custo que a gente tem para poder criar essas experiências, fazer os vídeos, que acaba ajudando também.
Joao Agapito (25:23)
Entendi. E eu imagino que também devem portas muito bacanas, Porque, por exemplo, eu vi que vocês participaram do Shot Heaven Classic no Chile. Que eu imagino que é evento que, assim, não muitas pessoas vão. E, assim, eu imagino que é tipo, é meio que evento só pra convidados ou...
Lua (25:40)
É,
esse é evento aberto, mas ele é bem disputado, porque tem vagas limitadas. E o pessoal que é fã da marca, eles, assim, é tipo comprar engreche de show. Então, é uma loucura, assim, acaba poucos minutos.
Tata (25:54)
Não imaginava que era assim, acaba uma primeira semana que quando eles soltam os ingressos, vai tudo. E de todos os eventos, porque a gente foi no do Chile. Mas tem Chile, tem Alemanha, tem Estados Unidos, tem monte de coisa, tem na Coreia. Acaba assim tudo. É uma loucura. galera é muito fã.
Lua (26:12)
Eles são super fãs, então de fato ter essa entrada com a marca, ter essa parceria e esse relacionamento contribuíram pra gente estar lá nesse evento. A gente fica super feliz, a gente é super grátis de conseguir viver essas experiências. E pra nós foi marco, porque foi a primeira viagem que a gente fez com a parceria de marca. Então foi muito, muito, muito incrível.
Joao Agapito (26:33)
Que massa vocês compartilharem isso e fico feliz que vocês estejam vivendo as experiências. Então, eu queria perguntar pra vocês, falando pouco mais sobre comunidade. Eu vejo que vocês têm uma comunidade muito forte. como é relação de vocês com as pessoas que acompanham o Iki Locos, tanto no Instagram quanto no YouTube? E queria perguntar também se teve alguma história marcante de algum seguidor que ficou marcada pra vocês.
Lua (26:56)
Eu acredito que a grande virada dos criadores de conteúdo é criar suas comunidades. E a gente tem uma bem massa, assim, a gente gosta bastante de se relacionar, de começar com a galera. E muito disso acontece no Instagram. O principal lugar hoje que a gente se conecta com a nossa comunidade é pelo Instagram. Muito mais do que pelo YouTube. A gente ainda recebe poucos comentários no YouTube, a galera assiste, mas ainda a interação é menor. E gente agora hoje tem grupinho de WhatsApp, onde a troca coisas mais sem pauta, dicas.
estamos escalar, tem alguém indo também, o que é bem legal. E de histórias incríveis, histórias mais legais, acho que o que a gente sempre fica muito, muito, muito feliz é quando alguém escolhe se conectar com a natureza através da escalada porque viu o nosso canal. Então, vez de escolher fazer mountain bike, você escolher escalada porque ela viu a gente fazendo aquilo e se inspirou no nosso canal, se inspirou nas nossas aventuras. Então...
Sempre quando isso acontece, pra nós é tipo, ganhamos. É isso que a gente queria. E aí tem duas histórias que me marcaram muito. Uma que foi de menino que assistiu o nosso vídeo do Pico do Lopo e depois mandou várias mensagens pra gente, perguntando, tirando dúvida, porque ele ia pedir a esposa, hoje esposa, mas ele ia pedir a namorada casamento, lá no Pico do Lopo. Então essa foi uma história...
Tata (28:20)
Saber
todos os detalhes de como é é, era louco!
Lua (28:25)
E uma segunda história também que me marcou, o André tá na nossa comunidade, ele faz parte do nosso grupinho de WhatsApp aqui. Ele terminou relacionamento, se separou da esposa, relacionamento longo, e ele precisava ocupar a cabeça, ele disse que quando ele encontrou nosso canal, ele falou, não, o que eu vou fazer vai ser escalada, vou pra montanha, vou fazer trilha, vou fazer escalada. Então, num momento difícil da vida dele, a gente teve impacto de como ele levaria a vida dali pra frente.
Ele foi ao nosso encontro São Paulo, gente conheceu ele pessoalmente, ele contou essa história pra nós. Então gente fica muito feliz de ver as pessoas escolhendo a escalada, que não é muito óbvio, né, como o primeiro esporte de montanha, pra se conectar com a natureza, assim. Então pra nós essa é o máximo.
Joao Agapito (29:09)
que bacana e eu imagino que isso deve ser muito deve preencher muito deve ser muito gratificante então eu queria perguntar para você porque assim né obviamente todo esforço de manter esse canal ativo aí demanda muito tempo energia então qual o principal motivo que mantém vocês focados a continuarem com o projeto
Lua (29:27)
Eu tenho alguns motivos diferentes do Otávio, mas a tem motivos comum também. Tem lugar que é comum pra gente, que é o lugar da criação, da criatividade. Então a gente passa muito tempo planilha, reuniões corporativas, falando sobre grana, investimentos, estratégia, são coisas difíceis. Então o Iquilocos é espaço pra gente criar, que é muito gostoso. Então a gente continua trabalhando outras coisas da nossa vida.
E é uma forma de também, durante a semana, ou quando a gente não consegue estar na montanha ainda, estar conectado com a montanha. Esses são os dois pontos principais que eu vejo hoje da nossa conexão com o Iquilocos. Mas assim, não vou dizer que é simples. A gente às vezes fala assim, tipo, vai amor, vamos encerrar. Então a gente tem que se equalizando e se equilibrando sempre também. Lembrado por que a gente está aqui, por que a gente gosta de fazer isso.
Mas as pessoas que estão vendo nosso conteúdo e que curtem ver nosso conteúdo, então é uma constante lembrança também da gente se equilibrar. vezes eu tô mais animada que o Otávio, mas esses são dois pontos importantes.
Tata (30:33)
Eu acho que do meu lado, assim, eu tenho esse lance da criatividade também, como a Lu comentou, né? Acho que é espaço livre. Pensando no Otávio Criança, né? Eu era aquela criança bem artista, né? Bem, desenhava o inteiro, mexia com pintura, muito influência da minha mãe também, né? Que sempre pintou. Então, hoje, tipo, eu gosto muito do meu trabalho, mas meu trabalho é meio chato, sabe? Meu trabalho é planilha. É trabalho, sabe? Não é nem pouco artístico.
Joao Agapito (30:58)
É trabalho, né?
Tata (31:02)
trabalho. Então a fotografia ocupou lugar, no meu coração de ser a arte que eu tenho interação, que eu me desenvolvo, que eu me conecto. Então eu acho que tem esse propósito para mim de continuar criando, continuar interagindo com isso. Ultimamente eu tô até pouco sumido lá do Instagram porque eu tô estudando bastante fotografia, tô pegando algumas mentarias aí com alguns fotógrafos, tô fazendo algumas coisas que não tem nada a ver com o Iclox. Tipo...
fotografia analógica, fotografia preto e branco, retratos, então eu tô estudando pouco mais essa parte mais artística da foto, porque tenho muito interesse nisso, me sinto bem fazendo, né? E tem outro lado, enquanto a gente ainda estiver ouvindo da galera no setor de escalada, A galera falar, ó o Iki Loco, ó o Iki Loco lá, e agradecendo a gente por uma informação que a gente disponibilizou, eu acho que esse é motivo percessual de continuar. Então, enquanto ainda tem alguém afim e aí...
e agradecendo pelo conteúdo que você está ajudando de alguma forma, acho que a gente tem que continuar fazendo. hora que a galera falar, bom, acho que agora já deu, já chegamos a nível aqui que está bem acessível e não faz muita diferença, talvez a gente mude o formato e faça outra coisa ou até pare com o projeto. Mas por ora ele ainda vem funcionando e os feedbacks acho que são o principal combustível de continuar fazendo o Equilokes, continuar publicando todo dia, encontrando coisa nova, ficar pesquisando aqui.
Pra onde que gente vai viajar esse final de semana? O que a gente faz agora? Então eu acho que esse é o que talvez mantém aceso ali.
Joao Agapito (32:34)
Então falando pouco sobre o então como é que vocês imaginam o futuro do canal daqui a 5 anos?
Lua (32:40)
Vídeos mais cinematográficos é uma coisa que a gente tem estudado bastante. Hoje ainda é vídeo meio selfie. A gente tá evoluindo, mas a gente ainda quer ir pra lugar mais legal de cinema, assim.
Tata (32:53)
O formato brasileiro é vlog, A gente também tem que... Não é nem sobre a qualidade, mas o brasileiro consome muito vlog, Muito câmera selfie. Eu acho que desafio talvez é para uma linha... Quando a fala de mais cinematográfica, tem mais riqueza de quadros, mais riqueza de detalhes, né? Ter filmagens mais interessantes do que só aquela câmera que pessoal dando a informação ali conversando. Então, acho que é pouco desse lugar aí que eu gostaria de ir para esses cinco anos.
Lua (33:21)
É mais gente escalando e se divertindo com a escalada da forma certa, preservando a natureza e se divertindo pra caramba, com segurança. Mais roteiros, com certeza roteiros diferentes.
Tata (33:33)
Mas uma coisa sobre roteiros, eu diria, João, que é legal de compartilhar com a galera. Tem pedaço do Brasil que a gente quer explorar ainda, que é mostrar isso que talvez as pessoas não conheçam ainda sobre a escalada. Mas também dá umas alucinadas, sabe? Ao invés de fazer o comercial, eu tenho muita vontade de viajar para uns lugares malucos para escalar. Então, tipo, ir para Madagascar, escalar, filmar lá. Algumas coisas que eu já vi na internet.
Então, começar a produzir uns conteúdos fora do comercial, fora do que a gente está acostumado a ali no YouTube. Então, eu também tenho muita essa vontade na organização de viagens para o exterior de dar uma alucinada. Uma viajada é achar os lugares bem icônicos. Assim como a gente tem monte de lugares no Brasil aqui que a galera vai tirar ao ver as gravações e vão se perguntar, nossa, mas isso aí é o Brasil mesmo? Pois é, o Brasil é muito vasto, muito rico. Tem muita coisa maluca aqui que a gente precisa explorar.
Joao Agapito (34:32)
futuro bastante promissor, então assim, pra encerrar o nosso bate-papo aqui, onde é que o público pode acompanhar as próximas aventuras, tem algum projeto que vai acontecer breve pra gente ficar de olho?
Lua (34:44)
E aí galera, se inscreve no canal. Nossa, é o primeiro podcast que a gente participa. Obrigada, João, pelo convite. Super legal. Galera que tá ouvindo a gente, né? Se tá interessado usar escalada como forma de se conectar com a natureza, a gente coloca vários fiascos lá. A gente tá aprendendo também monte de coisa, tá evoluindo na escalada junto com monte de gente. Então a gente tem duas plataformas principais, o YouTube e o Instagram.
Tata (35:11)
E galera, o melhor canal que a gente tem pra comunicar e mostrar o que a gente tá fazendo é o Instagram, é ali onde vai ter o mais fresquinho. O YouTube a gente trabalha com uma cadência pouquinho diferente, então a gente faz os rolês, aí tem todo o processo de edição, então ele demora pouquinho mais pra sair. Mas pelo Instagram vocês conseguem acompanhar o que a gente tá fazendo e também mandar suas dúvidas e aí o tempo de resposta é bem mais rápido do que a gente puder ajudá-lo.
Lua (35:34)
mandem pra gente, adoram responder vocês, dúvidas, lugares, rolês podem mandar, se inscrevam no canal, nosso canal recentemente começou a retabilizar então ajudem a gente nessa jornada e se inscrevam aqui no podcast foi prazer conversar com vocês
Joao Agapito (35:55)
É isso aí galera, vocês escutaram a lua né, então se você gostou desse episódio não deixe de seguir, se inscrever, avaliar e compartilhar com quem você gosta. Essa é a melhor forma de apoiar o podcast, mas se você quiser ir além e fazer uma contribuição financeira impactando diretamente o nosso trabalho, eu vou deixar link aqui na descrição e é isso. Muito obrigado e até a próxima.